segunda-feira, 2 de maio de 2011

Uma miúda GIGANTE mensagem

São Paulo, 3 de Maio de 2011


[1469] - Nasce Nicolau Maquiavel, escritor e filósofo nascido em Florença, autor de O Príncipe.
-FATO INDISPENSÁVEL-








[Somos feitos daquilo que vivemos]





Rugas... Para que tê-las, não?

Então

Nobres Pequenos Jovens Idosos, escutem:


Cansados de ouvir teus pais reclamando do dia-a-dia intenso, enlouquecendo teus pequenos neurônios?

Cansada de ouvir teu chefe reclamando sobre o time de futebol que acabara de perder o Campeonato Paulista?

Cansado de ter de suportar teus empregados reclamando da pilha de papéis a assinar?

Cansado(a) de esperar o ônibus no ponto? E de esperar o namorado que não tem um pingo de bom senso?

Aaaa meu caro amigo, amiga, eu tenho o elixir infalível das rugas e da vida!
É baratinho! Custa um esforço físico bem pequeno!


Você, adulto, dos anos de hoje! Evite rugas, sorria mais! Sei que tu reclamas delas, então o que custa massagear teu belo rosto com um sorriso enorme, hum?
As rugas, vem com o tempo, más o mesmo tempo que tu gastas emputecido, é o mesmo que poderias gastar sorindo como um bebê!
E mesmo assim...
Não importa se a teu sorriso falta dentes, muito menos brancura!
Não importa se nele há ou não vontade extrema!
Que tal começar lembrando de algo engraçado?

Ou, que tal começar assim?


Ele tem rugas... Más não teve receio algum de sorrir.



:)




Vamos... Pratique! pode mudar teu dia!
O Teu e de Outros!

Que tal ajudá-los?




Oliver Saéz.

domingo, 10 de abril de 2011

Tempos Modernos

São Paulo, 11 de Abril de 2011

[Notas de acontecimentos importantes: dispensado.]



Meu Mundo, Noso Mundo.

Sou um romancista perdido do século XXI. Até quando esta sociedade vai continuar reclamando de barriga cheia? Jovens, por favor me escutem. Vivem sempre em constantes revoluções internas, mas aonde está a revolução que os unirá? Sou jovem e falo como um. Será necessário uma revolução geral? Será necessária uma grande ditadura para nos manter unidos?
Onde estão os esforços iguais, aquilo que os que dizem ser "Comuns" ou "Sociais" estão hoje em dia sendo forçados a viver um grande sonho Sociavel ou Comunista.
Uma grande globalização de cópias rápidas, um fluxo de informações descomunal que trava o cérebro humano, fazendo-o trabalhar constantemente, rápidamente e inconsequentemente.
Digo tudo isso, mas assumo ser moderno, e me adaptar ao século, mas minha ideologia corre em minhas veias saltadas, e meu coração só segue um caminho por vez.
Portanto, não irei suicidar-me por tão pouco que tudo isso me oferece, apenas caminharei com meus sapatos trocados, e terei fé na bússola que pendula constantemente em uma esfera de vidro, frágil, assim como aquele coração que comigo bate a todo tempo. Mas ainda sim sou grato a todos que vivem e viveram comigo todo esses tempos modernos.

Meu Mundo, Nosso Mundo.
Oliver Saéz.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cóssegas Irritantes

São Paulo, 10 de novembro de 2010


[1943]
- O governo brasileiro lança uma campanha de recrutamento para o combate às forças do Eixo na Segunda Guerra Mundial.




[...]

Quando bate a meia noite, tudo volta.
Sinto o vento junto à chuva decair rente a janela,
Nuvens amareladas, esverdeadas, raios justiceiros.
O que querem me dizer?

Pergunte a sábia chuva, que em pranto tráz felicidade.
Pergunte ao vento, que sopra em liberdade,
Pergunte as nuvens o por que da mudança de cor.
Pergunte a ela, se mudou o amor.

E leve esta mensagem, ó pranto eterno.
Leve-na para o paraíso,
Espalhe o maldito evangélho à todos.

Ó deus meu, que vos fiz de errado?
Porque removes todas as impurezas esta noite, menos a de quem vos fala?
Não sou especial por ter incertezas, só não acredito que tu existas.



"Mesmo assim, o ser humano ainda tem esperança. Desejo de que algo no mundo possa dar-lhes o que tanto procuram. Uma razão de existência."



Oliver ~

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Carne fresca? Quebre a perna!

São Paulo, 27 de Abril de 2010


[1910] - Nasce Agnes Gonxha "Madre Teresa de Calcutá", religiosa albanesa, Nobel da Paz de 1979.





Ao meu palco, um "bemvindo"!


~Início do Ato 1

Mendinguei furtos indesejáveis, olhei por olhos cuidadosos, engatilhei a mentira nos meus lábios franzidos e esperei o melhor momento. Sim, eu estava contente no momento, mas não sabia para qual maldito lado entrar. Estava confuso. Não sabia se vomitava o jantar suculento, o almoço bem servido ou o café da manhã rechado. Estava nauseado. Me sentia um verme perante aos pés que lá batiam com ansiedade, esperando o momento em que eu iniciara meu sufoco. Minha dor. Meu lugar.

Já não aguentava mais, não sabia das coisas. Minha cabeça esbranquiçou, minha pele acalafriou, e eu nem mais sabia coordenar as palavras lidas na noite anterior, a qual me trouxe cansaço, dor de cabeça e sono. Embaralhei tudo num complexo astronômico, e, ainda que fora ateu, mandei Deus cuidar de mim, fazendo o sinal da cruz como se tivera algum deficiti de cordenação física.
Para piorar, as luz que acendia e apagava me concretava durante a sessão nervosimo, sufocando-me até o ultimo suspiro exausto.

Tanto balançara a cabeça que mal sabia qual membro de mim agia primeiro. Se entrava de cabeça ou com as mãos pelos pés. Meus olhos secavam-se diante ao vento que viera da ofegância inexplicável das cólicas malditas que atordoavam meu estômago, trazendo a insaciável vontade de peidar antes que eu dissera não. Inevitavelmente ou infelizmente, eu aguentei. Saiu pela boca.

_"MERDA. Não devia ter tomado um litro de refrigerante antes de vir! Mais que merda!
Porque diabo eu fui fumar uma droga de maço antes de vir também!? MERDA!"

Meu arrependimento era igual a birra de uma menina, cujo quer por que quer o maldito pirutito ROSA com flocos de MARSHMALLOW e o palito VERDE. Exigência dos infernos!
Quanto mais eu respirava, mais ância me dava. Não me lembro se fora pelos cigarros, ou pelo refrigerante. Aposto que se tivesse alcool no refrigerante eu me dava bem! Agora passava mal diante a celebração do juízo final. O espetáculo de minha vida iria ter início e todos diante a mim iriam gargalhar até se sufocarem ou morrerem secos de tanto chorar de gargalhar, OU AINDA, jogar tudo que enche uma boa salada, de beringelas a cenouras picadas, de tomates a beterrabas cozidas.

Pela fresta mais miúda, onde se enganchara uma chave, eu via aqueles monstros com os tomates a posto. Havia uma velha com um óculos que punha medo até no segurança mais bem pago da face da terra.
E eu estava com o CÚ na mão...

_2 minutos pessoal!

_"Porra Deus, qual fora meu ato de santa maldade que cometi? Jogo-lhe tudo nas mãos tuas e foda-se!"

Me embriaguei de embaralhamentos. Vomitei. Olhei pela ultima vez a porra da luz que não parava de piscar, ofegava mais que um boi brabo, rangia os dentes, ou o que sobrara deles, coloquei-me diante o coeso e a coesão, mandei tudo pro caralho...

_3, 2, 1...

O diabo!

~
"Entrei, fiquei, gaguejei, centrei, citei, dialoguei, monologuei, discursei, falei, falei, falei, falei, monopolizei, brilhei...
Atuei."
~


~ Início do Ato 2


O sucesso da conquista inesperável, me trouxe lágrimas, as quais eu JAMAIS poderei descrever. Poderia jurar a Deus que não havia manchado meu figurino com sementes de tomates ou beterrabas. Minhas pernas trêmulas de felicidade só me agitavam mais. Meu coração parou de bater naquela mesma hora. Por fim, vira tudo que aconteceu na minha vida por completo.

Costumava ter forças para superar as questões físicas diariamente. Porém não naquele dia. Eu, pela primeira vez, brilhei diante estrelas, cujo os olhos apresentaram um certo tipo de satisfação enxarcada. Me desfiz. No dia, não me lembro da onde infernos tirei aquela coragem para me entregar ao público, não saberia explicar também como lembrei do Script ensaiado a noite inteira de olhos arregalados e o café na mão. Jamais saberia também de qual entidade divina me valeu naquele dia, pois graças a tal, entrei com pé firme.


~Início do ato 3 ~ Final

Assumo que foi a única vez que recebi aplausos. Em outros casos, recebera apenas gozações, chingamentos, ponta-pés no traseiro, rasteiras, botas, murros ou até mesmo tomates.
Por fim. Fiquei por cima. Mas na hora, abraçei a todos aqueles, os quais me deram a grande satisfação de sentir seus pés em minha bunda grande e gorda, seus murros em minha barriga grande e gorda, suas rasteiras em meus pés pequenos e gordos, seus tomates em minhas bochechas grandes, gordas e flácidas, e, até mesmo, suas botas em minhas orelhas normais.

Cai durinho no chão. Concluí meu grand finale.

_AHHHH MEU DEUS DO CÉU, ALGUÉM ME AJUDA AQUI PELO AMOR DO BOM SENHOR JESUS CRISTO! AHHHHHH.

(Gritos e agitação com direito a tumulto e a empurra empurra)


"Redijo dos mares que me levaram a perder meus medos diante aos meus convidados da noite. Um obrigado saudável. Minhas memórias me levam até aqui. Saudações."


Esse foi teu discurso final.


Fim

"O primeiro ser humano que for capaz de pizar num palco sem perder as estribeiras, será chamado de Deus, por veteranos e profissionais, e pelo próprio" oliver.




Oliver~

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Castigo e Sedução

São Paulo, 25 de Agosto de 2010


[1900] - Morre Friedrich W. Nietzsche, filósofo e escritor alemão.




"Coração de madrugada"


~

"Ela sempre tentou ser uma boa menina. Mas sempre quando estava olhando para mim, meu coração bloqueava os sentidos, e, mais uma vez, eu morria. Sem saber por que, perguntei a ela porque tanto me olhava. Levei um agrado. Morto, sujo, envergonhado, e com o brilho no olhar, consegui que, subitamente, ela bloqueasse seus sentidos, morrendo em meus braços que tanto anciavam por tocar em seus lindos cabelos ruivos. Mal sabia ela que tive de largar uma rosa, que estava em minha mão, para outra que caira do céu".

~

Toda vez, quando me lembro, não hesito em questionar : "O amor é um mero pulso frenético que pendula num complexo sentimental, cujo autor do destino escreveu com lindos e brutos diamantes de sangue puro."

E diante da questão, a bobagem torna-se pirraça, a amargura torna-se graça, e quando se pede um basta, já é tarde na praça. E mais uma vez a espera foi varrida pelos ventos soprados por anceios meticulosos, frios e calculistas, de alguém que te espera noutro mundo.

Passaram-se anos. Esperei, aguardei, ansciei, evoquei, padeci. De trás para frente, a minha vida foi vista como um caos, de lá pra cá, um paradoxo. Um românce. Tresnotava como se fora um vampiro querendo sangue. Mas não qualquer sangue. Aquele mesmo, o qual usaram para descrever o destino dos românces, amores e desencontros, os quais eu tenho a certeza de que cada organismo, por mais preguiçoso que seja, fora corrompido.

Após aquele dia, minhas mãos secas lavaran-se diante a fonte que me trouxe a dor do amor. Eu nunca mais senti o amor. Nunca mais me coloquei diante o fogo cruzado entre a razão e a emoção, pois a partir daquele dia, eu era livre.







Oliver ~

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Carta ao dessespero curável.

São Paulo, 24 de Julho de 2010




Querida menina,
do sorriso magnífico.

JASmim CIntra SilvEira



Meu amor, eu sinto não escrever por tanto tempo, sinto muito mesmo, mas lamento ter de te deixar por mais tempo. Eu não aguento ter de olhar para os teus ferimentos que, sangrentos, me lembram os momentos de prazeres sedentos das noites de invernos friolentos com um só pensamento. Meu nariz na sua testa, sua boca em meu peito, e é disso que já se diz respeito. Ao teu seio que protege um coração cheio e lotado de anseio, um beijo.

Meu amor, me perdoe por tanto tempo de sofrimento, mas acho que meu coração violento me mata enquanto sustento a vida debaixo de meus pés grudentos de suor mal trabalhado. Eu tento... Eu tento ir em frente com meus sentimentos, mas ainda sou um mero detento do meu corpo violento que visava os rumores de um vinho sangrento, que mente... Mente por dentro.

Meu amor... Este é meu adeus. Adeus aos maus tratos, adeus ao meu mundo infiél, adeus as mentiras de pés pequenos, adeus sonhos infelizes, adeus amores incorrigíveis.
Adeus... Meu amor. Meu deus, tenha piedade.




Incorrigivelmente igual
a atenciosa espera;
Obrigado.

HORácio LIma PEreira Vannucchi

oliver~

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O Sábio caminha, enquanto o Tolo, corre.

São Paulo, 21/22 de Julho de 2010


[1952] - Dia 21 de julho, nasce Robin Williams, astro do cinema norte-americano, e um grande homem. [Ídolo]

[1894] - Acontece a primeira corrida automobilística da história, entre Paris e Rouen, com uma velocidade média de 20 Km/h.





[Enquanto vivemos para a vida, alguns dão a vida para viver]


Seria tão bom se pudessemos enfim voltar no tempo, não?
Evitar constrangimentos, desavenças, fatalidades, oportunidades infelizes, tudo que enche um bom prato de impurezas e tristezas em geral. Quem sabe. Num futuro próximo pode haver uma maneira de controlar essa atmosfera intocável e avassaladora.

Há dois jeitos diferentes que pairam com mais evidência na superfície das ideias:

1- Mental; Dizem que se conseguissemos ultilizar um pouco mais do nosso cérebro, poderiamos realizar atos que nem a Física junto a Ciência poderiam explicar.

2- Indústrial/Tecnológico; Um clássico des dos tempos primórdios. Ultilizar dos elementos Físicos e Ciêntíficos para então conseguir criar uma máquina que possibilite a tão desejada distorção do tempo.

É tudo improvável, porém, NÃO impossível. Se bem que é muito mais provável existir vida por ai do que criar uma engenhoca que possibilite a volta no tempo.
Mas a questão é... Todos terão acesso?

É claro que, para cada um desenvolver o ato de controle mental, teriamos de estudar muito nós mesmos. Mas imagina só o mundo como seria:

Seu João, um senhor já de idade. Faz uma semana que seu filho foi atropelado e morreu logo antes de chegar ao hospital. Com a mente muito bem trabalhada, pelos anos de vida inteligente, Seu João decide então, usar da capacidade mental para voltar no tempo, e tentar impedir que seu filho tenha uma morte terrível.
Enquanto isso...
Seu Josimar, trabalhou duro para conseguir ser bem visto pelo seu chefe. Felizmente, seu chefe o chama para sua sala, onde tem em mente um cargo exelênte para Josimar. Quando chega na sala do chefe suando frio, o mesmo lhe da a grande notícia. Seu Josimar se contenta muito com a notícia, e quer logo ligar para sua família para dar o recado.

Subtamente, o tempo se distorce. Uma semana atrás. E lá estava o trabalhador Josimar, duro, cansado, estressado e com sono. Enquanto Seu João curte o seu filho uma outra vez, certo de que, se lembra do que fez e do ocorrido devido a capacidade mental, outros tiveram de pagar o pato.

Logo, sempre vai ser assim. E logo menos, os que tem a tal capacidade se juntarão e formarão outro tipo de sociedade isolada, pois a maioria da população normal vai ficar totalmente transtornada. Sem contar os interesses que virão com o tempo a esses seres "Superiores".
Mas não vem ao caso montar uma pauta de sociologia futurística maluca.

Não cabe dizer que as questões tecnológicas afetariam ao mundo, pois teriam de invertar algo que enviasse um organismo de volta no tempo atravéz de um portal (ou um carro). Assim sendo, logicamente, vivendo nesse contemporâneo burocrático, ia virar TOP SECRET das agências da CIA e afins, além de custar uma nota para ter acesso a tal aparelho. E como toda a desgraça, vai vazar o assunto, e ai sim que vai virar vársia. Rovoltas, protestos e afins. "Por que esconder as coisas de nós?", estamos carecas de saber. Vemos isso quase todos os dias na política. A diferênça é que se trata de um assunto que é muito interessante, e, ao mesmo tempo, preocupante.

É necessário se adaptar com os acontecimentos do dia a dia, mesmo que sejam trágicos. "Não há mal que por bem não venha", e dale paciência e força de vontade! Por que o importante mesmo é viver, sem restrições. Os limites, serão severamente impostos pelo seu próprio corpo, e pela vida mesmo.


"Pois eu digo que o ser humano só tem 2 certezas:
Vamos morrer um dia e sempre se quer mais quando se perde" oliver kevin.


Oliver -

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Bola. Do pé, para a mão.

São Paulo, 2 de Julho de 2010

[1990] - Ocorre a fusão oficial das economias e sistemas de previdência social entre as duas Alemanhas.

[2010] - O Brasil perde mais um título da Copa do Mundo.




"As peripécias de um povo Heróico"


Infelizmente, dei um pulo quando houve o terremoto de torcedores,
Brasileiros. De corpo e alma, de honra e espirito.
Enquanto as cabisbaixas gritavam por dentro,
O remédio da insegurança jorrava alegria do outro lado do vasto verde.

Infelizmente, o contador chegou a zero,
Era a hora de refletir por pouco tempo.
Cabeça pra frente que tem campo ainda,
O estudo estava no fim da corrida.

Infelizmente, se ouvia uma manada de loucos,
Gritando tão baixo, que mal se escutava,
E cabisbaixos rezavam com força.

Infelizmente, caíram-se as tanto inesperadas lágrimas,
De crianças e adultos.
E o sonho de uma outra estrela, se foi.



"Felizmente, foi possível ver o lado intenso de uma torçida que nunca, mas nunca desiste!
E mais do que feliz, tenho como obrigação dizer: "OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE[...]""



Oliver~